Indielândia
Agora que as listas dos melhores do ano e da década começam a ser lançadas por várias publicações, blogs, sites e análogos impõe-se corrigir uma das ausências que, na minha opinião, marcaram a indielândia.
Se aos primeiros acordes os Dirty Projectors não convenceram os meus pouco treinados e teimosos tímpanos com "Bitte Orca" esse efeito esgotou-se talvez pela simples razão de este ser o seu trabalho mais acessível. Mantém-se a característica omnipresente da experimentação e da fusão de estilos mas há em "Bitte Orca" uma candura e uma paz que é raro encontrar nas bandas da actualidade. Simultaneamente, os momentos mais enérgicos contemplam uma dose invejável de irreverência e arrojo que estão muito longe de ser apenas e só recomendáveis.
Dirty Projectors - Cannibal Resource

Outros dos regressos é o de Devendra Banhart. Tal como os Dirty Projectors também Devendra opta por uma abordagem mais directa, de sonoridade mais abragente e inteligível. Menos experimental, "What Will We Be" é para alguns um sinal de amadurecimento, enquanto para outros é uma tentativa mais comercial agora que está associado a uma Major. Apesar de não apreciar a associação directa, a sonoridade é eminentemente de Verão, de esplanada na praia com uma bebida fresca e a companhia de bons amigos, tal é a descontracção e a luminosidade dos sons de "What We Will Be".
Devendra Banhart - Baby (live)
Se aos primeiros acordes os Dirty Projectors não convenceram os meus pouco treinados e teimosos tímpanos com "Bitte Orca" esse efeito esgotou-se talvez pela simples razão de este ser o seu trabalho mais acessível. Mantém-se a característica omnipresente da experimentação e da fusão de estilos mas há em "Bitte Orca" uma candura e uma paz que é raro encontrar nas bandas da actualidade. Simultaneamente, os momentos mais enérgicos contemplam uma dose invejável de irreverência e arrojo que estão muito longe de ser apenas e só recomendáveis.
Dirty Projectors - Cannibal Resource

Outros dos regressos é o de Devendra Banhart. Tal como os Dirty Projectors também Devendra opta por uma abordagem mais directa, de sonoridade mais abragente e inteligível. Menos experimental, "What Will We Be" é para alguns um sinal de amadurecimento, enquanto para outros é uma tentativa mais comercial agora que está associado a uma Major. Apesar de não apreciar a associação directa, a sonoridade é eminentemente de Verão, de esplanada na praia com uma bebida fresca e a companhia de bons amigos, tal é a descontracção e a luminosidade dos sons de "What We Will Be".
Devendra Banhart - Baby (live)






